O acesso mais fácil para a Praia da Caçandoquinha, se dá por trilha rápida (cerca de 5 minutos), a partir do canto direito da Praia da Caçandoca. e também pode ser alcançada pelo outro lado da costa, saindo da Praia da Tabatinga (em Caraguatatuba), neste caso em aproximadamente duas horas de caminhada intensa, de nível médio para difícil, percurso este denominado Trilha do Saco das Bananas.

Praia da Caçandoquinhaa

Esta é uma praia pequena, com areias brancas, mar calmo, águas claras, muitas plantas, árvores centenárias, animais silvestres e um pequeno rio do lado direito, onde se tem início a trilha histórica que dá acesso à beleza selvagem das Praias da Raposa, do Saco das Bananas, do Frade ou Simão e da Lagoa.

Praia da Caçandoquinha

A Praia da Caçandoquinha é passagem obrigatória para quem utiliza a trilha do Saco das Bananas (antiga comunidade que abriga nativos caiçaras), e é uma das preferidas pelos amantes do turismo ecológico.

Estando na Caçandoquinha, avista-se à esquerda a Praia da Caçandoca e a Enseada da Maranduba, e à frente do outro lado da Baía, as Praias do Bonete e Grande do Bonete. Esta praia não oferece nenhum tipo de estrutura ao turista, não é propícia à prática do surfe, no entanto, a prática da pesca e do mergulho são boas opções.

História
Construído por José Antônio de Sá, o monopólio da fazenda de Caçandoca, em 1881, foi herdado por seus três filhos: Marcolino Antônio de Sá, que ficou com Caçandoca, Izidoro Antônio de Sá, da fazenda da Ponta Grossa, no Saco da Raposa e Sinfrônio de Sá, com a fazenda do Saco das Bananas. Essas fazendas são o paraíso em terras quilombolas. tudo que se planta, se colhe. Sendo assim, a cana de açucar, a mandioca, a banana e tantas outras especiarias fizeram riqueza no passado. Hoje a Caçandoquinha guarda uma história de riqueza branca e sofrimento escravo, amenizado com o reconhecimento e regularização do primeiro reduto Quilombola do Litoral Norte de São Paulo.